Biografia

Erick Vidigal nasceu em 20/01/1975, em São Luis – MA.

Filho de Eliane e Edson Vidigal (ela professora e ele jornalista político do Jornal do Brasil), mudou-se com seus pais para Brasília em 1976.

A confirmação da residência na nova Capital do Brasil deu-se três anos depois, por ocasião da eleição de seu pai para exercer mandato de Deputado Federal, perante o Congresso Nacional, em representação ao povo do Maranhão.

Em razão das atividades políticas de seu pai, que inclui a ocupação de cargos expressivos na República, como o de Assessor Especial do Presidente da República e o de Ministro Presidente do Superior Tribunal de Justiça, a infância de Erick Vidigal foi dividida entre a rotina de uma criança comum, com brincadeiras, estudos e esportes, e o dia a dia de expectador da condução articulada dos destinos da Nação.

De tanto observar as conversas de seu pai com senadores, governadores, ministros e até presidentes da República (Tancredo Neves e José Sarney mantinham com ele relação de amizade), Erick Vidigal passou a compreender cada vez mais a importância daquilo que viria a se tornar uma de suas maiores paixões: a política.

Essa paixão, que àquela época ainda estava em fase de namoro, foi temporariamente interrompida com a decisão de sua mãe, tomada após seu processo de separação, de mudar-se para o Rio de Janeiro. Contudo, a saudade que guardava de Brasília fez com que Erick Vidigal voltasse para a Capital do país um ano depois, passando, então, a residir com seu pai.

Aos 14 anos de idade, a dor da separação de seus pais deu espaço para a dor da perda de seu irmão caçula, que aos 13 anos de idade saltou do 5º andar do prédio em que moravam (hipótese apontada no inquérito policial), despedindo-se da vida com um único ato até hoje mal explicado.

De volta ao Rio de Janeiro, Erick Vidigal deparou-se com os efeitos da tragédia familiar: uma mãe envolta em sofrimento, dividida entre a perda da vontade de viver e a necessidade de completar a criação de seus outros três filhos, o que fazia sozinha com o restrito salário de servidora pública.

Aos 18 anos, quando pleiteava seu ingresso voluntário no serviço militar, foi convidado por seu irmão Edson Travassos para retornar a Brasília. Edson havia sido aprovado em concurso público do Tribunal Superior Eleitoral e resolveu que ajudaria Erick Vidigal a complementar seus estudos, o fazendo tanto emocional quanto financeiramente.

A partir do apoio familiar, Erick Vidigal concluiu seu segundo grau em curso supletivo e foi aprovado no vestibular do Centro Universitário de Brasília - UniCEUB, iniciando o curso de Direito em junho de 1997.

Com a ajuda de amigos, Erick Vidigal conseguiu trocar o emprego que tinha como Auxiliar de Encarregado de Serviços Gerais na firma de Limpeza Colina, onde prestava seus serviços de 15:00 às 23:00h, e foi trabalhar como Agente de Viagens, primeiro na Interline Turismo e, posteriormente, no GSA da Lufthansa do Hotel Nacional.

Por volta do quinto semestre do curso de Direito, foi indicado para ocupar o cargo comissionado de Assessor da Procuradoria Fiscal do Distrito Federal. Um ano depois, chamou a atenção do então Procurador-Geral do DF, Dr. Miguel Ângelo Farague de Carvalho, e foi indicado para a Procuradoria do Meio Ambiente, Patrimônio Urbanístico e Imobiliário do Distrito Federal.

Em razão de seu desempenho acadêmico, Erick Vidigal formou-se em Dezembro de 2002 sendo agraciado com bolsa de estudos do UniCEUB para prosseguir com sua formação educacional em nível de pós-graduação. Recebeu, ainda, dois convites que mudariam sua vida profissional: publicar um livro e iniciar a carreira de professor universitário.

Seu primeiro livro – Protagonismo político dos juízes: risco ou oportunidade? (2003) – foi prefaciado por ninguém menos que o então Presidente do Supremo Tribunal Federal, Ministro Marco Aurélio Mello.

Dividindo seu tempo entre a advocacia, o estudo e as aulas que ministrava em duas faculdades do Distrito Federal e no maior curso preparatório para concursos de Brasília, Erick Vidigal concluiu sua primeira pós-graduação, obtendo o título de Especialista em Direito Processual Civil.

Com a intensa dedicação ao magistério, não tardou para que seu nome passasse a ser associado em Brasília ao Direito Processual Civil, fato que lhe levou a escrever e publicar seu segundo livro – Questões de Direito Processual Civil Comentadas (2007).

Nessa época, a paixão pelo conhecimento já o havia dirigido a São Paulo, onde iniciou seus estudos em nível de mestrado, voltando sua atenção para as relações econômicas internacionais.

A conclusão do curso de mestrado da PUC/SP – logrando sua aprovação com nota máxima – não apenas lhe assegurou a continuação de seus estudos em nível de doutoramento, mas lhe rendeu convites profissionais importantes, levando-o a chefiar todo o Jurídico da Secretaria de Estado de Esportes do Distrito Federal (2007), bem como a Assessoria  Jurídica da Procuradoria Parlamentar da Câmara dos Deputados (2008).

A aprovação no concurso público para o cargo de Analista Processual do Ministério Público da União, aliada à sua experiência profissional, garantiu o convite para o assessoramento jurídico no Conselho Nacional do Ministério Público - CNMP (2009). Ao mesmo tempo, a conclusão dos créditos do Doutorado em Direito das Relações Sociais, e a conclusão de sua segunda pós-graduação (especialização em Relações Internacionais e Comércio Exterior), lhe renderam o convite para integrar, na condição de Assistente para os cursos de Direito e Relações Internacionais,  a Direção da mesma faculdade onde se formou 07 anos antes.

Atualmente vem dedicando sua atenção (1) à educação de sua filha, (2) à conclusão de sua tese de Doutorado (PUC/SP), (3) às atividades do Conselho Nacional do Ministério Público, (4) às atividades junto à Direção da Faculdade de Ciências Jurídicas e Sociais do UniCEUB, (5) aos seus alunos da graduação e da pós-graduação e, principalmente, (6) à crise política que vem prejudicando a população do Distrito Federal.

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