O servidor público
A experiência de Erick Vidigal no serviço público começou a partir de sua nomeação, quando ainda cursava a faculdade, para o cargo em comissão de Assessor da 2a SubProcuradoria-Geral do Distrito Federal, atual Procuradoria Fiscal do Distrito Federal (1999). A indicação foi feita pelo então Secretário de Governo do Distrito Federal, Dr. Benjamin Roriz.
No ano seguinte, por indicação do Procurador-Geral do Distrito Federal, Dr. Miguel Ângelo Farage de Carvalho, assumiu o cargo em comissão de Assessor do Procurador-Chefe da Procuradoria do Meio Ambiente, Patrimônio Urbanístico e Imobiliário do Distrito Federal, exercendo tal atividade até sua formatura no final de 2001, quando afastou-se do serviço público para exercer a advocacia privada.
Em janeiro de 2007, a partir da indicação feita pelo novo Procurador-Geral do Distrito Federal, Dr. Túlio Arantes, aceitou o convite feito pelo então Secretário de Estado de Esportes do Distrito Federal, André Felipe de Oliveira da Silva, e assumiu a chefia da Assessoria Jurídico-Legislativa daquela Secretaria de Estado.
Em outubro do mesmo ano, divergências políticas e éticas levaram o Secretário André Felipe e Erick Vidigal a pedirem afastamento do Governo do Distrito Federal.
No dia seguinte ao protocolo de seu pedido de exoneração, Erick Vidigal foi convidado pelo Procurador Parlamentar da Câmara dos Deputados, Deputado Federal Alexandre Santos (PMDB-RJ), a assumir novo cargo em comissão, agora para atuar como advogado daquela procuradoria.
Meses depois, Erick Vidigal assumia a coordenação de toda a Assessoria Jurídica da Procuradoria Parlamentar, passando a discutir diretamente com os Deputados Federais as estratégias jurídicas para os processos sob sua responsabilidade.
A dinâmica das salas de aula, a instabilidade da advocacia, o novo casamento e o exíguo prazo para a conclusão de sua tese de doutorado levaram Erick Vidigal a estabelecer um vínculo efetivo com o serviço público.
A escolha recaiu sobre a carreira de Analista Processual do Ministério Público da União, tanto pela natureza do ofício quanto pela possibilidade de cumprir jornada de sete horas diárias, compatível com suas demais atividades.
Após sua aprovação no concurso público do MPU, Erick Vidigal passou a servir nas Promotorias de Fazenda Pública do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios - MPDFT. Contudo, menos de seis meses depois, seu currículo cairia nas mãos do Desembargador Federal Sérgio Feltrin, recém nomeado pelo Presidente da República para exercer o cargo de Conselheiro Nacional do Ministério Público - CNMP.
A partir daí, não tardou para que Erick Vidigal fosse convidado e posteriormente nomeado para o cargo de Assessor no Conselho Nacional do Ministério Público, onde permanece atuando.
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@wesleydemoura te ligo mais tarde. Ja estava mesmo pra te procurar. Abs e fia com Deus tbm.











